CFH Advogados, Carneiro, Fernandes & Hammarstrom

Advogado para agronegócio em Dourados

Dourados é a única cidade desta lista em que a CFH tem endereço. É daqui que o escritório atende o sul de Mato Grosso do Sul e o Mato Grosso.

A CFH Advogados tem escritório em Dourados, Mato Grosso do Sul, na Rua Quintino Bocaiúva, 1095, Jardim América. É daqui que atende produtores rurais e empresas do agronegócio da região e dos dois estados, nas frentes de dívida rural, recuperação judicial do produtor, crédito rural, contratos agrários, imóvel rural e sucessão no patrimônio rural.

Por que Dourados é a base do escritório

Dourados é o centro do polo agrícola do sul de Mato Grosso do Sul, formado por 26 municípios que respondem por cerca de 53 por cento da produção agrícola do estado, e está entre os 25 maiores produtores nacionais de milho, segundo levantamentos de produção agrícola divulgados pela imprensa setorial e pelo Sistema Famasul. A cidade concentra a estrutura que o produtor da região usa: comarca instalada, tabelionatos, registro de imóveis, agências dos bancos que operam crédito rural, cooperativas, tradings e o aeroporto regional. Estar aqui não é detalhe de endereço: é o que permite ao escritório acompanhar processo, protocolar, comparecer a audiência e reunir documento no mesmo dia, sem que o cliente precise atravessar o estado.

Como a CFH analisa o caso

A CFH analisa o caso do produtor de Dourados na mesma ordem em todas as frentes. Primeiro o levantamento documental: contratos, cédulas, extratos de evolução da dívida, matrícula, cadastros e processos em curso. Depois a conferência do saldo exigido contra o contratado, que separa o valor devido do valor cobrado. Em seguida o mapa das garantias, que mostra o que cada credor alcança e em que ordem. Só então se define a via, entre negociar, discutir e reestruturar. Pular o levantamento é o que produz acordo ruim.

Quando o produtor de Dourados procura advogado

O produtor de Dourados procura advogado em situações reconhecíveis. Todas começam com um documento: a notificação do banco sobre vencimento de custeio ou acusação de desvio de finalidade, o contrato de arrendamento que vence, a safra vendida que não pode ser entregue, o auto de infração ambiental, a citação em execução, e a sucessão quando o titular da terra envelhece sem que a família tenha organizado nada. A diferença aqui é a proximidade: a reunião presencial acontece no mesmo dia em que o documento chega.

Os prazos que o produtor de Dourados não recupera

Quatro prazos decidem boa parte dos casos. O pedido de prorrogação de custeio se faz depois da colheita e até quinze dias antes do vencimento da operação, tratado em prorrogação de custeio. Citado em execução, o devedor tem três dias para pagar e quinze para embargar. Na busca e apreensão de maquinário, cinco dias da apreensão para reaver o bem. E a retomada de área arrendada exige notificação até seis meses antes do vencimento do contrato.

Quem decide cada questão em Dourados

A comarca de Dourados, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, é de entrância superior e reúne varas especializadas, entre elas a de falências e recuperações judiciais, o que faz dela referência regional para processos de recuperação judicial do produtor rural e de empresas. O Registro de Imóveis da circunscrição de Dourados pratica os atos da matrícula dos imóveis do município. O IMASUL, Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul, analisa o Cadastro Ambiental Rural e aplica sanção. E o INCRA mantém o cadastro do imóvel rural e certifica o georreferenciamento.

As páginas locais de Dourados

O que compõe o custo em Dourados

O custo de enfrentar um passivo rural em Dourados tem quatro parcelas, e o honorário é só uma delas. Há as custas processuais da comarca, que variam com o valor da causa. Há a perícia contábil, quando a discussão é de encargos. Há, na recuperação judicial, a remuneração do administrador judicial, limitada por lei a cinco por cento do valor devido aos credores, e a dois por cento no caso de microempresa e empresa de pequeno porte. E há o custo do tempo em que o crédito novo fica fechado, que na atividade rural se mede em safras.

Negociar, discutir ou reestruturar a dívida em Dourados

SaídaQuando cabeO que custa
Negociação diretaO passivo cabe no fluxo e o problema é de cronogramaTempo de negociação, sem processo
Discussão do valorEncargo, garantia ou conduta do credor não se sustentamCustas e perícia; devolve valor
ReestruturaçãoO passivo não cabe no fluxo em nenhum cenárioProcesso e restrição de crédito novo

A escolha depende do diagnóstico. O mapa completo está em endividamento rural.

As frentes atendidas em Dourados

Erros que custam caro ao produtor de Dourados

  • Procurar orientação depois da penhora, e não na notificação
  • Perder o prazo de prorrogação do custeio por conversa informal na agência
  • Vender a fazenda arrendada sem notificar o arrendatário
  • Descobrir pendência de CAR ou de cadastro na semana da contratação do crédito
  • Deixar a sucessão da terra para o inventário, com a atividade em curso

Conteúdo informativo. Cada caso é avaliado individualmente, a partir dos contratos, da documentação da atividade e da situação de cada safra, e nada aqui substitui a análise do caso concreto nem representa promessa de resultado.

Perguntas frequentes

Onde fica o escritório da CFH em Dourados?

Na Rua Quintino Bocaiúva, 1095, Jardim América, em Dourados, Mato Grosso do Sul. É a sede do escritório, e a única cidade em que há endereço próprio.

Precisa agendar para ser atendido?

Sim. O atendimento é agendado, presencialmente em Dourados ou por videoconferência, e a análise documental pode ser feita antes da reunião.

A comarca de Dourados tem vara especializada?

A comarca de Dourados é de entrância superior e reúne varas especializadas, entre elas a de falências e recuperações judiciais, o que a torna referência regional nesses processos.

Vocês atendem produtores de fora de Dourados?

Sim. A atuação alcança o sul de Mato Grosso do Sul e o Mato Grosso, com análise documental remota, reuniões por videoconferência e deslocamento para os atos que exigem presença.

Qual o prazo para pedir prorrogação do custeio?

Depois da colheita e até quinze dias antes da data de vencimento fixada na cédula. Passado o vencimento, o pedido vira renegociação de dívida vencida.

Retrato de Rômulo Almeida Carneiro

Responsável pelo conteúdo

Rômulo Almeida Carneiro

OAB/MS 15.746, sócio-fundador e administrador judicial credenciado pela TMA Brasil.

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