CFH Advogados, Carneiro, Fernandes & Hammarstrom
Trator com plantadeira em lavoura de soja, em linhas de plantio Trator com enfardadeira em pastagem, recolhendo fardos de feno Colheitadeira em lavoura de milho madura, no fim da colheita

Advocacia estratégica para agronegócio, empresas e patrimônio

A CFH Advogados atua no Mato Grosso do Sul, ao lado de produtores rurais, empresas e famílias, em reestruturação de dívidas, recuperação judicial, holding e organização do patrimônio.

Soluções jurídicas para produtores rurais, empresas e patrimônio

A CFH Advogados atende produtores rurais, empresas do agronegócio, grupos empresariais e famílias em Dourados e no Mato Grosso do Sul. Atua em alongamento e reestruturação de dívidas, recuperação judicial rural e empresarial, holding e sucessão, direito do agronegócio e patrimônio imobiliário. Os três sócios são administradores judiciais credenciados pela Turnaround Management Association Brasil.

Alongamento e reestruturação de dívidas

A parcela venceu, o banco já cobra e a operação ainda é viável. Enquanto existe negociação possível, a saída costuma ser mais rápida e discreta do que qualquer medida judicial.

O alongamento estende prazos e repactua encargos de obrigações já existentes, adequando as parcelas à real capacidade de geração de caixa. A formalização pode se dar por aditivo contratual, repactuação de cédulas de crédito bancário ou rural, novação da dívida ou ajuste das garantias vinculadas.

No campo, entram instrumentos próprios do agronegócio e a negociação com bancos oficiais, cooperativas de crédito e tradings, sempre considerando sazonalidade e risco climático.

Recuperação judicial do produtor rural

A safra frustrou, o passivo não fecha e os credores são muitos. A recuperação judicial permite reorganizar as dívidas sob supervisão do Judiciário, mantendo a atividade produtiva em funcionamento.

Podem requerer o produtor rural pessoa física e a pessoa jurídica que exerça atividade rural, desde que comprovem o exercício regular por mais de dois anos, nos termos do art. 48 da Lei 11.101/2005. A Lei 14.112/2020 ampliou as formas admitidas de comprovação da atividade rural.

Cédula de Produto Rural, penhor rural, alienação fiduciária de maquinário e cessão fiduciária de recebíveis têm tratamento próprio, e a definição do que está ou não sujeito aos efeitos da recuperação exige análise técnica caso a caso.

O que analisamos

  • Comprovação da atividade rural
  • Requisito dos dois anos
  • Cédula de Produto Rural e penhor
  • Bens essenciais à atividade
  • Plano de recuperação e assembleia

Recuperação judicial empresarial

As execuções começam a comprometer a operação e a negociação direta já não sustenta a continuidade da atividade.

Deferido o processamento, inicia-se o stay period, que suspende por até 180 dias as ações e execuções contra o devedor. Em seguida vem o plano de recuperação, submetido à Assembleia Geral de Credores dividida em classes, com o administrador judicial fiscalizando a regularidade do processo.

Nem todos os créditos estão sujeitos aos efeitos da recuperação. Créditos de natureza fiduciária e determinadas garantias têm tratamento específico em lei, o que exige análise detalhada do passivo.

O que analisamos

  • Viabilidade e requisitos legais
  • Stay period
  • Plano de recuperação
  • Classes de credores e assembleia
  • Créditos sujeitos e não sujeitos

Holding familiar, patrimonial e sucessão

O patrimônio da família cresceu, envolve imóveis e participações, e não existe regra definida sobre administração e sucessão.

A holding concentra bens e participações em uma única estrutura jurídica. Com a doação de quotas aos herdeiros e reserva de usufruto, é possível antecipar em vida a transferência da titularidade mantendo controle e frutos, o que tende a reduzir a complexidade de um futuro inventário e a probabilidade de conflito.

A estruturação envolve reflexos de ITCMD na doação de quotas e de ITBI na integralização de imóveis, além de protocolo familiar ou acordo de quotistas com regras de governança, ingresso e saída de sócios.

Agronegócio

Advocacia estratégica para o agronegócio

O passivo do produtor rural não se lê como um passivo comum.

Crédito rural, garantias e contratos do agro têm instrumentos próprios, e a atividade convive com sazonalidade, frustração de safra e risco climático, fatores que entram na estruturação de qualquer novo cronograma de pagamento.

A CFH atende produtores rurais, empresas ligadas ao agro e cooperativas em prevenção e resolução de conflitos, com foco na continuidade da atividade produtiva e na proteção do patrimônio rural.

Ver direito do agronegócio
  • Crédito rural
  • Dívida rural
  • Cédula de Produto Rural
  • Penhor rural
  • Hipoteca rural
  • Garantias rurais
  • Cooperativas e tradings
  • Instituições financeiras
  • Patrimônio rural
  • Continuidade produtiva
Patrimônio

Patrimônio e Direito Imobiliário

Patrimônio familiar, patrimônio empresarial, imóveis urbanos e propriedades rurais raramente aparecem separados de holding, sucessão e garantias.

Quando o patrimônio a organizar inclui imóveis, a leitura da matrícula antecede qualquer decisão. Ônus registrados, cadeia dominial, situação possessória e regularidade da descrição do imóvel definem se ele pode ser integralizado em uma holding, dado em garantia, vendido ou transmitido em sucessão.

O escritório atua em direito imobiliário conectado ao patrimônio e às garantias: leitura registral antes de uma operação, imóvel dado em garantia, regularização, discussão de posse e propriedade, e as questões que surgem em leilão e arrematação.

Método

Como a CFH analisa e conduz cada caso

A ordem importa porque, em dívida e em garantia, boa parte do risco já está definida antes de qualquer decisão. O mesmo método se aplica a dívidas, recuperação judicial, agronegócio, holding, patrimônio e imóveis.

  1. 01

    Cenário

    O que está em jogo: passivo, credores, prazo e estágio de cada cobrança.

  2. 02

    Documentos

    Contratos, cédulas, matrículas, demonstrações e o que consta nos autos.

  3. 03

    Risco

    Pontos que podem inviabilizar ou encarecer a operação, ditos de forma explícita.

  4. 04

    Estratégia

    O caminho jurídico cabível e as alternativas, com custo e tempo de cada uma.

  5. 05

    Condução

    Execução e revisão da estratégia sempre que o cenário mudar.

Autoridade

Advogados e autoridade técnica

Os três sócios respondem pelo escritório e pelas teses que ele sustenta.

Retrato de Rômulo Almeida Carneiro, sócio-fundador da CFH Advogados

Rômulo Almeida Carneiro

Sócio-fundador · OAB/MS 15.746

Direito do agronegócio, recuperação judicial e reestruturação de dívidas rurais, com laudos de capacidade de pagamento e revisão de cédulas de crédito.

Administrador judicial credenciado pela TMA Brasil. Mestre em Direito Processual e Cidadania pela UNIPAR. Pós-graduado em Direito Falimentar e Recuperação Judicial.

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Retrato de Edgar A. G. Fernandes, sócio da CFH Advogados

Edgar A. G. Fernandes

Sócio · OAB/MS 19.237

Mais de 12 anos em recuperação judicial e extrajudicial, reestruturação empresarial e direito bancário aplicado ao crédito empresarial e rural.

Administrador judicial credenciado pela TMA Brasil. Medalha de Mérito Advocatício da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Extensão em Recuperação Judicial e Falências pela FGV.

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Retrato de Patrick Hammarstrom, sócio da CFH Advogados

Patrick Hammarstrom

Sócio

Holding familiar e patrimonial, planejamento sucessório e organização de patrimônio, com formação em direito público e gestão pública.

Bacharel em Direito pela Universidade Federal da Grande Dourados. Especialista em Direito Público com ênfase em Gestão Pública pela Universidade Damásio de Jesus.

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Agronegócio

O 1º Summit do Agronegócio e Empresarial de Mato Grosso do Sul é idealizado pela CFH

O encontro nasceu dentro do escritório, a partir dos temas que a CFH vê pressionar o agronegócio sul-mato-grossense no dia a dia: crédito rural, regularização fundiária, reestruturação de dívidas e a segurança jurídica das operações do campo.

Em setembro, produtores, empresas e profissionais se reúnem em Dourados para discutir esses temas em painéis. Os três sócios da CFH participam da programação como debatedores.

  • Data 10 de setembro de 2026
  • Horário 8h30 às 18h40
  • Local Auditório da ACED, Dourados, Mato Grosso do Sul
Ver detalhes do Summit
Marca do 1º Summit do Agronegócio e Empresarial de Mato Grosso do Sul, em Dourados
  • Patrick Hammarstrom Painel sobre alongamento rural e recuperação extrajudicial
  • Edgar Fernandes Painel sobre regularização fundiária e ambiental
  • Romulo Carneiro Painel sobre recuperação judicial do produtor rural
Onde atuamos

Atuação em Dourados e outras regiões

Dourados concentra a atividade do escritório, no centro da região agrícola do Mato Grosso do Sul. O atendimento alcança as comarcas da região e demandas em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Escritório em Dourados, MS

Rua Quintino Bocaiúva, 1095, Jardim América, CEP 79824-140
Segunda a sexta, das 8h às 18h

Ver todas as regiões atendidas

Dúvidas frequentes

Perguntas frequentes

Quando o produtor rural precisa de um advogado especializado em agronegócio?

Antes de assinar, dar em garantia ou deixar vencer. Contrato de crédito, CPR, penhor rural e alienação fiduciária definem o risco no momento da assinatura, e não quando a cobrança chega. Depois que a dívida vence, o leque de saídas já está bem menor.

O produtor rural pode pedir alongamento da dívida?

Sim. O alongamento de dívida rural é negocial e busca estender prazos e repactuar encargos junto a bancos, cooperativas e tradings, considerando a sazonalidade da atividade e eventos como frustração de safra. A viabilidade depende do instrumento de crédito, das garantias e do estágio da cobrança.

Qual a diferença entre alongamento de dívida e recuperação judicial?

O alongamento é negocial e extrajudicial: trata com um ou poucos credores específicos, sem processo, e tende a preservar o relacionamento de crédito. A recuperação judicial abrange, em regra, a totalidade dos credores sujeitos à lei e traz a suspensão das execuções pelo stay period. Quando a crise envolve múltiplos credores, a via judicial costuma ser o caminho adequado.

Quem pode pedir recuperação judicial como produtor rural?

O produtor rural pessoa física e a pessoa jurídica que exerça atividade rural, desde que comprovem o exercício regular da atividade por mais de dois anos, nos termos do art. 48 da Lei 11.101/2005. A Lei 14.112/2020 ampliou as formas admitidas de comprovação da atividade rural.

Quando uma empresa deve avaliar a recuperação judicial?

Quando o passivo envolve múltiplos credores, as execuções começam a comprometer a operação e a negociação direta já não sustenta a continuidade da atividade. A empresa precisa exercer regularmente suas atividades há mais de dois anos e demonstrar viabilidade econômica.

O que acontece com a fazenda dada em garantia quando a dívida não é paga?

Depende da garantia. Na alienação fiduciária, o credor pode consolidar a propriedade e levar o imóvel a leilão extrajudicial, em prazos curtos. Na hipoteca e no penhor, a excussão passa pelo Judiciário. Em ambos os casos existem prazos e formalidades cujo descumprimento pode ser discutido.

Como funciona uma holding familiar e patrimonial?

É a sociedade que concentra bens e participações de uma família em uma única estrutura jurídica. Com a doação de quotas aos herdeiros e reserva de usufruto, é possível antecipar a transferência da titularidade mantendo o controle e os frutos em vida, o que tende a reduzir a complexidade de um futuro inventário.

Imóveis podem fazer parte de uma holding?

Sim. Imóveis urbanos e rurais são integralizados ao capital social da holding, o que exige análise da matrícula, dos ônus registrados e dos reflexos de ITBI e ITCMD. A situação registral do imóvel precisa estar regular antes da integralização.

Em quais situações o Direito Imobiliário se conecta à proteção patrimonial?

Sempre que o patrimônio a organizar inclui imóveis: integralização em holding, sucessão de propriedades rurais, imóvel dado em garantia, regularização registral antes de uma operação e discussão sobre posse ou propriedade. A leitura da matrícula costuma anteceder qualquer decisão.

Quais cuidados antes de arrematar um imóvel em leilão?

Ler o edital e a matrícula, conferir a cadeia dominial, os ônus registrados, a existência de ocupação ou posse de terceiros e os débitos que acompanham o bem. Em imóvel rural, entram ainda a área georreferenciada, o CAR e a reserva legal. Boa parte dos problemas de uma arrematação já estava visível na documentação antes do lance.

O que é regularização de imóvel rural e quando ela é necessária?

É o conjunto de medidas para acertar a titulação e a descrição do imóvel: georreferenciamento, retificação de área, resolução de sobreposição de matrículas e adequação ambiental. Costuma ser exigida para vender, financiar, dar o imóvel em garantia ou integralizá-lo em uma holding.

A CFH Advogados atende produtores rurais e empresas em Dourados e região?

Sim. O escritório fica em Dourados, no Mato Grosso do Sul, e atende produtores rurais, empresas do agronegócio, grupos empresariais e famílias em Dourados, nas comarcas da região e em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Como falar com a equipe da CFH Advogados?

Pelo WhatsApp (67) 99110-5952, pelo telefone (67) 3423-6691 ou pelo e-mail contato@cfhadvogados.com.br. O escritório atende de segunda a sexta, das 8h às 18h.

Análise jurídica do caso

Descreva a situação e a equipe da CFH faz a primeira leitura do cenário, do passivo e das garantias envolvidas.